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Lucas 7.24-35

1.      O que vocês foram ver no deserto? (24-28)

  • Depois de despedir os servos de João, Jesus começa a falar sobre ele para pessoas que certamente o conheciam porque se dispuseram a ir até o deserto para ouvi-lo.
  • Quem era aquele homem que tanto chamava a atenção?
  • Não era apenas um louco faminto no deserto, como talvez alguns dissessem. Não se tratava de um excêntrico religioso que chamava atenção pelo seu exotismo.
  • Também não era um nobre bem vestido, preocupado com aparências e submisso a nobres e reis. Não era alguém de “rabo preso” com nenhuma política.
  • Era um verdadeiro profeta. Mais que um profeta, conforme Jesus, pois anunciava e conhecia o Messias e a inauguração da nova aliança.
  • Quem as pessoas saem para ver e ouvir hoje? O que buscam? O que você busca como discurso religioso?
  • Muitos ainda acham que a resposta está na excentricidade.
  • Outros buscam aparência e prestígio.
  • Mas quantos buscam a revelação divina? A importância de João estava em ser aquele sobre o qual já havia sido profetizado. Era cumprimento da Palavra de Deus.
  • O maior homem de nascimento natural, entretanto ainda menor que o menor de Reino que ele anunciava, mas ainda não conhecia.

 

2.      Gente que não sabe o que quer (28-35)

  • Nos versículos 29 e 30 Lucas faz um breve comentário para explicar como havia sido a aceitação da mensagem de João: “grandes” pecadores se arrependeram, ao passo que os religiosos rejeitaram esse desígnio de Deus para eles.
  • Haviam encontrado o grande profeta de Deus, mas preferiram julgá-lo ao invés de ouvirem-no. O mesmo já estava sendo feito com Jesus.
  • Jesus fez então uma comparação que mostrava o quanto a mera religiosidade não sabia o que queria e até sua incapacidade em reconhecer a verdade.
  • Comparou aquela geração a crianças que querem que todos entrem nas brincadeiras que elas mesmas criam; ora felizes, ora tristes, de acordo com a ordem delas mesmas.
  • João Batista era alguém de ascetismo rígido, e era criticado por isso.
  • Jesus era bem mais liberal nesse sentido, e era criticado do mesmo jeito.
  • Mas os filhos da sabedoria sabem diferenciar cada atitude e encontrar a sabedoria nelas.
  • A religião, os religiosos e até os não religiosos têm a tendência de uniformizar e controlar os pensamentos e as atitudes. Entretanto os discípulos são chamados a buscarem a sabedoria julgando todas as coisas e retendo o que é bom (1 Ts 5.21).
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